Haja saco pra ViaBahia
Recentemente, aconteceu um deslizamento de terra no trecho entre as saídas de Santo Amaro da Purificação e São Sebastião, na BR-324. E a ViaBahia, mais uma vez, lançou mão de sacos de areia para conter o barranco, que fica próximo de um rio e do acostamento. Outros trechos com o mesmo problema passaram meses com os sacos até que fosse feita a devida contenção com alvenaria.
Além disso, boa parte do trecho Salvador-Feira precisa de recapeamento na pista. O asfalto está cada vez mais deteriorado, cheio de rachaduras que fatalmente vão resultar em infiltrações e buracos, se uma providência não for adotada.
Infelizmente, esse continua o estado de uma rodovia com duas praças de pedágio em 100 km. 
Quando a vítima também é culpada
Nem toda vítima é pura e simplesmente uma vítima. Ela pode ter contribuído e muito para terminar sendo vítima, segundo doutrina criada pelo advogado israelense B. Mendelsohn e que tem ensejado estudos aprofundados em todo o mundo.
A banda que teria tocado fogo na boate de Santa Maria se vangloriava do show pirotécnico durante suas apresentações. Shows desse tipo já causaram tragédias semelhantes em outras partes do mundo.
Superlotação em casa de espetáculos, boates, assim como falhas de segurança, de prevenção contra acidentes são exageradamente comuns. Aliás, a realização de eventos com milhares de pessoas sem a segurança adequada e atitudes inadequadas também são exageradamente comuns.
Todos os dias a gente se expõe a riscos calculados, explícitos, previsíveis e, o que pior, evitáveis. E evitáveis por nós mesmos, independente da (pouca) ação de autoridades ou da ganância de quem junta gente como se estivesse juntando gado num curral de frigorífico.
A doutrina de B. Mendelsohn é denominada de vitimologia. Vale a pena ler sobre ela, para entendermos que a vítima também pode ser culpada.
Terceirizações no HGCA
O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), o maior do interior da Bahia, terá alguns setores terceirizados, segundo informações de uma fonte da área de saúde. “O assunto ainda é tratado informalmente pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), mas a tendência, num futuro próximo, é essa”, assegura outra fonte.
A terceirização de alguns setores do HGCA segue, realmente, uma tendência que foi iniciada no governo Paulo Souto. O Hospital Dantas Bião, em Alagoinhas, é um exemplo da política de terceirização do Governo da Bahia desde o mandato dele.
Em Salvador, já aconteceu o mesmo com o Hospital do Subúrbio, lembra uma das fontes, e “em Feira, já temos nessa condição o Hospital da Criança”, ressalta.
E,m março, o HGCA completa 27 anos de existência. Isso significa que muitos servidores que lá chegaram desde a fundação estão beirando a aposentadoria pelo Estado, o que já facilitaria e oportunizaria a terceirização.
“Há sim conversas nesse sentido na direção da Sesab, mas não há ainda nada de concreto. Entretanto, a terceirização deve realmente acontecer”, assegura uma das fontes.
Quem mente?
O Tribunal de Contas da União diz que o brasileiro andou pagando mais do que devia pela energia consumida e determinou que o Governo Federal devolva o cobrado a mais.
A presidente Dilma Rousseff disse para o Brasil todo que está reduzindo a tarifa de energia.
A verdade do auxílio-reclusão
Parte da grande imprensa tem feito “terrorismo” com o tal auxílio-reclusão, pago aos dependentes de alguns presos. O INSS esclarece alguns pontos:
- Só tem direito ao auxílio-reclusão o preso que, em sua vida normal, é contribuinte do INSS;
- O auxílio-reclusão só é liberado para o preso que, em sua vida normal, ganhava MENOS de R$ 1 mil (formalmente trabalhando, é claro)
- O valor do auxílio-reclusão é calculado com base nas contribuições e é rateado entre os DEPENDENTES do preso. Exemplo: se o auxílio-reclusão é de R$ 600,00 e são seis os dependentes, caberá R$ 100,00 para cada.









