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Veio a óbito, foi a óbito!

Pode ser chocante, mas no jornalismo morte deve ser tratada como morte, não como falecimento, passamento ou óbito.

Entretanto, tem se tornado cada vez mais comum, pelo menos no rádio, o uso de expressões como “veio a óbito” ou “foi a óbito”. Tudo bem, nada contra, até porque fica claro que houve morte.

Mas o que eu queria aprender é a diferença entre veio e foi a óbito!

Veio é no caso do sujeito conseguir chegar vivo ao hospital? Ou seja, veio para o hospital e veio a óbito!

Se for assim, conclui-se então que foi a óbito é no caso do sujeito que se foi de imediato! Ou seja, tomou os tiros no boteco e lá mesmo se foi…

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